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03-Jul-2009 |
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A companhia aérea de baixo custo easyJet anunciou ontem que, a partir de Outubro, vai passar a operar duas novas rotas diárias à partida de Lisboa e do Porto, com destino a Roma e a Londres, respectivamente. Para a rota Lisboa-Roma, cujos voos começam a 2 de Novembro, o preço dos bilhetes começa nos 26,99 euros por trajecto, incluindo taxas, sendo possível realizar reservas a partir de ontem, anunciou a companhia em comunicado. Já os voos Porto-Londres Gatwick estão pensados para permitirem short-breaks na capital inglesa, apresentando preços a partir de 30,99 euros por trajecto, também com taxas incluídas. Paralelamente, a companhia vai ainda reforçar a rota Lisboa-Madrid com uma nova frequência diária, aumentando assim para três o número de ligações quotidianas entre as duas capitais. |
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03-Jul-2009 |
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A companhia aérea angolana, TAAG, poderá vir em breve a retomar as suas operações entre Luanda e Lisboa, já que o Comité de Segurança da Comissão Europeia aprovou uma recomendação à Comissão no sentido da saída da companhia da "Lista Negra". Reunido esta semana em Bruxelas, Comité de Segurança da Comissão Europeia, que discutiu a "Lista Negra" da aviação civil e a situação da companhia angolana em termos de segurança, aprovou por unanimidade uma recomendação à Comissão no sentido de permitir à TAAG que retome as suas operações entre Luanda e Lisboa. Importante para esta decisão foi o facto de o INAC – Instituto de Aviação Civil português se ter comprometido "a fazer inspecções às aeronaves que irão operar os voos nesta rota e apresentar relatório ao Comité de Segurança da Comissão Europeia, tendo em vista a futura retirada de todas as companhias aéreas angolanas da chamada "Lista Negra"", como se lê num comunicado do próprio INAC. |
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03-Jul-2009 |
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Aéreas reduziram capacidade em 678 mil lugares.
A oferta de transporte aéreo nos três aeroportos do Continente, que também são os maiores de Portugal, baixou nos primeiros cinco meses em 6.280 voos e 678 mil lugares, de acordo com os dados a que o PressTUR teve acesso. Nestes cinco meses, realizaram-se 86.037 voos comerciais de e para os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, menos 6,8% que no período homólogo de 2008, com um total de 12,134 milhões de lugares, menos 5,3% que no ano passado. As reduções foram de 4,3% ou cerca de 519 mil lugares em voos regulares, para 11,627 milhões, e de 23,6% ou cerca de 156,5 mil lugares, para 506.787 em voos charter. A queda do tráfego neste período está em 6,2% ou cerca de 535,9 mil passageiros, para 8,128 milhões. |
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02-Jul-2009 |
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A Ryanair vai criar uma base no Porto, a 33ª da companhia aérea, e a primeira em Portugal, com dois aviões baseados e quatro novas rotas, passando a operar um total de 14 rotas, e até 50 voos diários, ida e volta, num investimento superior a 140 milhões de dólares. A partir de Setembro, a Ryanair vai oferecer ligações a quatro novos destinos à partida do Porto, Basileia, Eindhoven, St. Etienne e Tours e vai passar operar dois voos diários para o aeroporto de Beauvais em Paris. A companhia prevê aumentar o número de passageiros para 1,5 milhões por ano. Para assinalar a abertura da nova base, a companhia lançou uma oferta até á meia-noite de dia 5 de Julho, de um milhão de lugares a nove euros, "para viagens que sejam efectuadas em toda a sua rede em finais de Agosto, Setembro e Outubro". |
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02-Jul-2009 |
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Com mais de 9300 passageiros transportados durante o mês de Junho entre Paris e o Porto, a companhia aérea francesa apresentou, no mês passado um crescimento homólogo de 42% nesta rota, anunciou a companhia em comunicado. No acumulado do primeiro semestre o crescimento foi de 19%. Ao todo, nos primeiros seis meses deste ano, a companhia operou 62 voos entre as duas cidades, com uma ocupação média de 80%, tendo transportado mais de 47.600 passageiros, número que se compara aos cerca de 40 mil transportados entre Janeiro e Junho do ano passado na mesma rota. Quanto à rota de Lisboa, o aumento é também acentuado, diz a companhia, mas neste caso os resultados positivos têm a ver também com o aumento de frequências. Ainda sem dados finais, e com base nos elementos fornecidos pela ANA "a rota de Lisboa deverá ultrapassar os 74 mil passageiros no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 60%". |
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02-Jul-2009 |
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Desde ontem, os passageiros da TAP na Madeira também já têm à sua disposição p serviço "Greenway" que permite acesso prioritário ao controlo de segurança e tratamento de raio-x. O serviço passou a ser disponibilizado aos passageiros tap|executive, tap|plus ou detentores dos cartões Gold e Silver do Programa Victoria, do cartão tap|corporate e do cartão TAP Amex Platinum. O Greenway oferece um canal prioritário aos passageiros, facilitando o controlo de segurança e tornando mais rápido o acesso à sala de embarque. |
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02-Jul-2009 |
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Os aeroportos nacionais geridos pela ANA movimentaram 10,3 mil toneladas em Maio, o que representa uma quebra de 13,2% em termos homólogos, anunciou a gestora aeroportuária. O aeroporto de Lisboa foi o mais afectado, com um recuo homólogo de 14% para as 6,9 mil toneladas. No Porto foram movimentadas 2,6 mil toneladas, menos 10% que há um ano. Em termos acumulados, a ANA reportou um movimento de 27,6 mil toneladas em todos os aeroportos por si geridos, mas não divulgou os dados homólogos de 2008. Lisboa movimentou 31,7 mil toneladas e o Porto 12,5 mil. Ainda em Maio os aeroportos da ANA receberam 2,15 milhões de passageiros, menos 7,2% que no mesmo mês do ano transacto. Lisboa recuou 6,1% para os 1,1 milhões de passageiros; o Porto cedeu 6,4%, para os 374 mil e Faro quebrou 10,6% para os 549 mil. |
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01-Jul-2009 |
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A TAP conseguiu uma primeira vitória na sua oposição ao plano de reestruturação financeira da Air Macau decidido pela maioria dos accionistas. O Tribunal Judicial de Base de Macau aceitou a providência cautelar interposta pela companhia aérea nacional. A reestruturação proposta passa pela realização de uma operação harmónio, com a redução do capital da companhia, dos actuais 400 milhões de patacas para um milhão de patacas, para absorção de prejuízos (actualmente na casa dos 500 milhões de patacas) e posterior aumento para 400 milhões de patacas, sendo 200 milhões para os accionistas actuais e os restantes 200 milhões para o Governo de Macau, para posterior alienação. |
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