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Kamov seria mais eficaz com alterações técnicas |
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29-Mar-2008 |
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Depois de dois anos de promessa de aquisição de aviões de combate a incêndios, o ministro Rui Pereira anunciou há cerca de dois meses, no Parlamento, a suspensão dessa compra. Razão?
A elevada capacidade de transporte de água dos helicópteros Kamov (4800) litros, que foram considerados bons substitutos no chamado "ataque ampliado". O dispositivo deste ano contará com 35 helicópteros, 14 aviões ligeiros e médios, cinco Kamov e dois aviões anfíbios.
Pela experiência que tem na gestão de meios para a Protecção Civil, o coronel Ilídio Rodrigues até concorda que compense comprar aviões pesados. Contudo, argumenta que tem de ser melhorada a operacionalidade dos Kamov. Recorda que o seu arranque é demorado (cerca de 20 minutos) e a incapacidade para transportar equipas em simultâneo com o balde de água "uma limitação". Tendo em conta que as aeronaves têm uma "esperança de vida" de 20 anos, defende que compensaria substituir os baldes por "kits" de tanque.
In JN.pt |