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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

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Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








INAC: Dezenas de pistas irregulares PDF Imprimir e-mail
26-Jun-2008

ImageSegundo o Instituto Nacional de Aviação Civil, Portugal tem dezenas de pistas de aterragem para aviões ultraleves em situação irregular e que nem são do conhecimento das autoridades, noticia a Lusa com base numa fonte do INAC. Cabe ao regulador da aviação civil a aprovação para construção e exploração destas pistas desde o decreto-lei nº 238 de 2004, mas o instituto só emitiu a regulamentação necessária dois anos depois. As lacunas na legislação permitiram que muitas pistas de ultraleves estejam sem qualquer certificação ou mesmo autorização das entidades competentes. Desde o novo regulamento de 2006, o INAC deu um prazo de dois anos aos proprietários, mas «até à data apenas um número reduzido de entidades solicitaram a aprovação de pistas». Segundo a mesma fonte, este facto põe em causa a segurança operacional dos utilizadores e a segurança dos cidadãos.

Penalizações para as pistas ilegais

Esta sexta-feira, o INAC vai realizar uma sessão de sensibilização nas suas instalações sobre este assunto. Os proprietários das pistas para ultraleves podem ter «sanções pecuniárias» e outras penalizações: «Doravante, em caso de um qualquer acidente, as seguradoras poderão recusar-se a pagar, alegando a falta de autorização».

Para a aprovação do regulador, os proprietários vão ter que apresentar uma autorização camarária, a identificação de um responsável pela segurança operacional da pista, plantas de localização e eventuais protocolos com terceiros. Também a Polícia Judiciária, a PSP e a GNR terão acesso ao registo destas pistas.

«As autorizações pelas câmaras municipais já eram necessárias, mas não são atribuídas de forma sistemática e, muitas vezes, as autarquias nem sabem que existem pistas para ultraleves no seu concelho», explicou.

As pistas para ultraleves têm aumentado consideravelmente em Portugal, assim como estes veículos. Embora o pequeno avião «não seja habitualmente utilizado para transporte de terceiros, pode perfeitamente servir a fins ilícitos», o que aumenta a preocupação relativamente ao caso.

In: Diário IOL

 

 
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