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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

Image

Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Base Aérea abre portas à população e entusiastas da aviação para assinalar aniversário PDF Imprimir e-mail
24-May-2010

ImageCom entrevista a André Garcês e Jorge Ruivo.

Milhares de pessoas visitaram hoje a Base Aérea n.º 5 (BA5), em Monte Real, Leiria, num dia aberto à população e dedicado aos entusiastas da aviação, integrado nas comemorações do 51.º aniversário da unidade. Demonstrações aéreas, exposição estática de aeronaves, mostra de tecnologias aeronáuticas, aeromodelismo e baptismo de voo foram algumas das actividades que a base aérea proporcionou, iniciativa que se repete pelo segundo ano consecutivo.

O comandante da unidade, Eurico Craveiro, explicou à agência Lusa que o dia aberto pretendeu divulgar a actividade da Força Aérea Portuguesa e da BA5 junto da população, sobretudo da comunidade local.

O coronel piloto aviador explicou que o propósito é também divulgar «junto dos mais jovens [e] junto dos pais» o trabalho da BA5, unidade que «tem como missão garantir toda a defesa aérea do país» e está em «permanente prontidão».

Na BA5 estão estacionadas duas esquadras de caças F16, cada uma delas com 12 aeronaves, que hoje realizaram um novo recorde nacional, apresentando-se, as 24, em formação no céu.

Pela manhã, assim que a BA5 abriu portas, Maria da Conceição, de Leiria, correu em direcção às inscrições para o baptismo de voo, esperançada de que o seu nome fosse sorteado para um voo.

Com 61 anos e sem nunca ter entrado num avião, Maria da Conceição confessou o desejo de fazer o «voo num avião de guerra».

Assumindo ser «muito destemida», assegurou que não ia desistir mesmo perante as centenas de pessoas que estavam perfiladas à sua frente com igual objectivo.

Com lugar reservado estavam, no entanto, cerca de 260 alunos do 1.º ciclo do concelho de Leiria que participaram num concurso sobre a BA5.

«Fui eleita», disse Carolina Santos, de dez anos, momentos antes de entrar na aeronave C 295M, de transporte aéreo táctico.

A frequentar a escola de Colmeias, a criança explicou que foi um desenho de um avião a sobrevoar o Castelo de Leiria que lhe deu o passaporte para um passeio de dez minutos com direito a ver o mar no concelho vizinho da Marinha Grande.

«Sem medo» de voar, Carolina Santos mostrava-se, contudo, impressionada com os «muitos aviões» que povoavam a base.

Habituado ao movimento das aeronaves, Jorge Ruivo, de 44 anos, da Marinha Grande, adiantou que o seu interesse pelos aviões cresceu na mesma proporção com que sobrevoavam a escola que frequentava. Começou pelos F86, continuou com os F16 e com a fotografia.

«É um privilégio fotografar estas máquinas», desabafou.

Também André Garcês, de 20 anos, de Lisboa, é um repetente na BA5.

Membro da Associação Portuguesa de Entusiastas de Aviação, André Garcês explicou que se deslocou a Monte Real por causa dos aviões F16, do convívio e pelo espectáculo aéreo.

O jovem explicou que o gosto pelos aviões é uma espécie de herança familiar à qual aliou outra paixão, a fotografia.

Para André Garcês, um spotter é um «amante da aviação» que faz colecção de aviões, registada em fotografia, filme ou no bloco de notos.

«No fundo é como se fosse uma colecção de selos, uma colecção de cromos da bola», declarou, explicando que a maior loucura que fez por aviões foi colocar-se no fundo de uma pista com um avião a deslocar-se na sua direcção a baixa altitude.

Para André Garcês, este é um gosto como os outros, mas «muito saudável».

«É um gosto que só faz é bem. Estamos ao ar livre, fartamo-nos de fazer exercício porque andamos quilómetros para ir para um certo ponto ver os aviões», considerou.

In: Lusa / SOL

 
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