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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

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Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Aumento dos resultados da ANA confirmam solidez e sustentabilidade PDF Imprimir e-mail
16-Aug-2011

ImageNo primeiro semestre de 2011 e apesar da notação da Moody’s.

Graças a uma aposta clara ao nível da promoção e do marketing aeroportuário, e a uma frutuosa relação da ANA com o Turismo de Portugal através do programa Iniciative.pt, foi possível alcançar no primeiro semestre de 2011 um forte crescimento no tráfego de passageiros. A par do crescimento do tráfego, a política de contenção de custos contribuiu para um aumento significativo dos resultados da ANA nos primeiros seis meses de 2011.

O tráfego de passageiros nos aeroportos ANA registou uma evolução de +11,1%, quando comparado com igual período de 2010.

A par da evolução do tráfego, as poupanças obtidas ao nível dos custos operacionais, com a estratégia de contenção de custos adoptada, explicam o crescimento acentuado do cash flow operacional (EBITDA) face ao ano anterior (+10,7%) - que atingiu um montante de 81,3 milhões de euros -, e do Resultado Líquido (+9,6%), que registou um montante de 28,9 milhões de euros, mais 2,5 milhões de euros que em igual período de 2010.

Resultados.

O cash flow operacional (EBITDA) da ANA atingiu nos primeiros seis meses de 2011 um montante de 81,3 milhões de euros, o que representa um acréscimo de +10,7% face a 2010.

A evolução significativa do tráfego determinou o crescimento +5,3% do volume de negócios, o qual atingiu até Junho um montante de 163 milhões de euros. Ao nível dos negócios aviação, com um crescimento de 5,1% face a 2010, assinala-se que desde Dezembro de 2008 a Empresa não efectuou qualquer alteração às taxas aeronáuticas.

O segmento de negócios não aviação registou um crescimento superior (+5,4%), em consequência de uma aposta efectiva ao nível do desenvolvimento deste tipo de negócios.

Destaque especial para o negócio de Retalho, que cresceu a níveis muito próximos aos do tráfego aéreo, tendo registado na ANA uma evolução positiva de 10,1% em relação ao semestre homólogo, valor muito significativo face à quebra de poder de compra e índices de confiança de consumo registados por toda a Europa (principal destino/origem dos passageiros). Este aumento tem subjacente, nomeadamente, a ampliação da oferta comercial, através de projectos de expansão e remodelação de áreas comerciais/restauração e da implementação de estratégias de fidelização e entretenimento do passageiro.

Ao nível dos custos operacionais, para além da melhoria da eficiência e da racionalização que têm vindo a ser introduzidas na gestão operacional dos aeroportos, a evolução registada reflecte as regras impostas pela Lei nº 55-A/2010 (Orçamento de Estado para 2011). Assim, até Junho, a ANA, com a estratégia de contenção e redução de custos colocada em prática, alcançou uma redução de 5,8% ao nível da massa salarial face a igual período de 2010.

Apesar do forte crescimento da actividade e do aumento de capacidade das infraestruturas aeroportuárias, com especial destaque para o Aeroporto de Lisboa que viu quase duplicar a capacidade do terminal no final de 2010, os fornecimentos e serviços externos ficaram ligeiramente abaixo do mesmo período do ano anterior (0,3%).

Investimentos.

Durante os primeiros seis meses de 2011, a ANA investiu 38 milhões de euros na ampliação e beneficiação das suas infraestruturas, contribuindo de forma decisiva para a

qualidade do serviço prestado e para a melhoria da percepção por parte dos clientes que visitam os aeroportos portugueses. Durante este período, destaca-se o investimento realizado no plano de expansão da Portela e nos planos de desenvolvimento de Faro e Ponta Delgada.

Performance financeira.

Os resultados alcançados pela ANA no primeiro semestre de 2011 confirmam a solidez e sustentabilidade da performance financeira da empresa. Face a este cenário, alicerçado nos dados do passado e nas perspectivas de crescimento do futuro, a ANA reafirma a sua convicção relativamente à não justificação da recente redução da notação de rating por parte da Moody’s.

De resto a própria Moody’s, ainda no decurso de 2011, reconheceu a ANA como um operador aeroportuário de referência, designadamente pela dinâmica competitiva verificada ao nível da promoção da oferta comercial e do marketing aeroportuário, capacidade de geração de cash flows, e moderada alavancagem financeira. A sustentabilidade financeira é assim um dos factores distintivos da empresa sendo o EBITDA 10 vezes superior às despesas financeiras.

 

 

Rui S. de Oliveira

Divisão de Relações com a Comunicação Social

In: http://www.ana.pt/portal/page/portal/ANA/PAGINA_CONTINUIDADE_IMPRENSA/?cboui=109862242&IMP_CT=109862242

 
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