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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

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Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Ryanair e RENA trocam argumentos sobre aeroporto de Lisboa. PDF Imprimir e-mail
03-Oct-2011

ImageA presença do CEO da Ryanair, Michael O’Leary, em Lisboa reactivou a discussão do papel das companhias low cost no aeroporto da capital. A companhia irlandesa e a TAP envolveram-se numa troca de argumentos que ainda não terminou. Há novos episódios, indirecto. O presidente da RENA, Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler afirmou em comunicado para a imprensa que a entrada de qualquer companhia no aeroporto de Lisboa tem de ser realizada "em condições objectivas, transparentes e não discriminatórias", uma critica à suposta subsidiação de companhias low cost e da "condução" do Terminal 2 para as mesmas.

"O incentivo ao baixo custo e quantidade em detrimento da qualidade, a exemplo de outras indústrias nos últimos anos, pode sair muito caro ao país. Os sistemas de incentivos devem premiar a criação de emprego, o investimento directo em Portugal, a fidelização e antiguidade nos aeroportos e a formação profissional. Uma aposta clara na qualidade, naturalmente não esquecendo o crescimento e a introdução de novas rotas sustentadas", afirmou o presidente da RENA, associação que representa 17 companhias regulares entre as quais a TAP.

Paulo Geisler garantiu que "nada move a RENA e as suas associadas contra qualquer companhia de baixo custo" mas alertou para as práticas das mesmas pois "[recebem] apoios diversos das regiões para onde as companhias operam, ficando essas regiões muitas vezes prisioneiras da sistemática pressão para manter ou aumentar tais apoios".

A Ryanair reagiu em comunicado dizendo que as leis europeias permitem que todas as companhias beneficiem de incentivos e termos comerciais por igual. Concluiu que a RENA "e os associados de tarifas altas preferem continuar a queixar-se em vez de baixarem preços e competirem com a Ryanair em tarifas baixas e aumento de tráfego".

Daniel de Carvalho, diretor de comunicação, afirma: "desde 2009 a Ryanair contribuiu para o crescimento do tráfego aéreo português em 154% para 3.3 milhões de passageiros anuais, enquanto a TAP subiu 4% não contribuindo para a criação de postos de trabalho e turismo". Sobre a RENA considerou "preferir manter o status quo das tarifas altas e crescimento zero de turismo em vez de promover o modelo Ryanair que dinamizou o turismo e aeroportos de Faro e Porto."

Por sua vez, fonte da TAP reagiu ao Público dizendo que o crescimento da companhia low cost "se deve aos subsídios e apoios que recebe que distorcem as regras de uma concorrência leal que sempre existiram entre as companhias de aviação, com benefícios para os passageiros. A Ryanair está habituada a agredir a ofender impunemente" e que "é tempo de compreender que a chantagem e a intimidação são armas sem futuro".

In: www.lowcostportugal.net

 
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