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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

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Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Ryanair força assistentes de bordo a pedirem licença sem vencimento PDF Imprimir e-mail
16-Nov-2011

ImageHá descontentamento nos assistentes e comissários de bordo portugueses da Ryanair. Chegou às redações de vários meios, Low Cost Portugal incluído, o relato de que entre os 1200 "cabin crews" portugueses da low cost, vários foram aliciados a tirarem licenças sem vencimento por 1 a 3 meses. Neste inverno a Ryanair reduziu operações deixando em terra 80 aviões e enviou um memorando aos funcionários. As bases de Faro e Porto perderam seis aviões do verão para o inverno (7 para 2 no Algarve; 5 para 4 no Norte). Fonte implicada no processo garante que "os tripulantes foram forçados a tirar licença sem vencimento, dispensados dos seus postos e serviços uma vez que a redução de rotas/destinos e aumento de tripulação nestas bases devido ao fluxo de voos no verão. Agora constituem um problema para manter o número de horas suficientes para alcançar um salário".

Concretizou que na base do Porto "tripulantes foram dispensados sem qualquer remuneração pelo período de 1 mês" e em Faro "foram dispensados por 3 meses". Em declarações à SIC, o director de comunicação da Ryanair, Daniel Carvalho, informou que 252 assistentes de bases portuguesas vão ter neste inverno (Novembro a Março) licenças sem vencimento que podem ir de 1 semana a 5 meses.

Ao Low Cost Portugal, o director de comunicação da Ryanair afirmou que as afirmações são "falsas e baseadas em semelhantes acusações que circularam no Reino Unido e que foram provadas como erradas". Referiu que a pausa de Inverno – paga ou não paga – é um normal no mercado do turismo e em especial em Portugal e Espanha reforçado este ano pela pausa de 80 dos 300 aviões da companhia e do aumento do preço dos combustíveis.

Daniel Carvalho informou ainda que todos os funcionários Ryanair são livres de trabalhar noutras empresas durante as licenças sem vencimento, bastando que comuniquem à companhia, e que estes foram avisados sucessivamente, por via de memorandos, em junho, agosto, setembro, outubro e novembro sobre a possibilidade de ficarem em casa. Explicou também que todos os contratos especificam a eventualidade dos colaboradores terem de ficar sem trabalho e vencimento devido à sazonalidade do turismo português.

Os funcionários Ryanair a trabalhar em bases nacionais fazem os seus descontos para a Irlanda e não têm ajuda sindical que lhes proteja contra problemas gerados pela entidade patronal. O processo fiscal tem sido contestado em França e Espanha.

In: www.lowcostportugal.net

 
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