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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

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Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Pilotos da TAP desconvocam “meia greve”. PDF Imprimir e-mail
09-Dec-2011

ImagePrejuízo mantém-se por inteiro.

Os pilotos da TAP anunciaram a desmarcação do primeiro de dois períodos de greve que deveria começar às 00h00 de sexta-feira, e prolongar-se até segunda-feira, dia 12, quando os passageiros que tinham viagens marcadas já tiveram que as cancelar, adiar ou transferir para outras companhias. Fonte da companhia confirmou ao PressTUR já ter a informação da desconvocação da greve entre amanhã, dia 9, e segunda-feira, dia 12, sublinhando que ao manter o segundo período de greve, marcado para os primeiros dias de Janeiro, o Sindicato provoca que mais passageiros debandem e que a empresa sofra perdas significativas.

O segundo período de greve, entre os dias 3 e 6 de Janeiro, dizem ao PressTUR fontes da empresa, pode ainda ser mais gravoso para a TAP, porque abrange parte do período dos regressos das viagens de réveillon, o que afectará as vendas para esta época, que é uma das mais fortes na estação baixa da aviação.

A justificação do SPAC para manter o segundo período de greve é que precisa ser mandata pelos associados e que para isso precisa convocar uma assembleia geral, ao contrário do que fez com o primeiro período desconvocado em cima da hora.

De acordo com a TSF, que cita um comunicado do SPAC, o primeiro período de greve foi desconvocado por que o sindicato teve "as garantias suficientes para o que o acordo seja cumprido", o que ainda torna mais incompreensível a manutenção da ameaça de greve em Janeiro que continuará a afastar clientes da empresa.

O comunicado diz ainda que com essas "garantias" o sindicato considera que "haverá a recuperação de um clima saudável, através da equidade no tratamento entre pilotos e chefias".

Um dos alvos da greve eram os pilotos em funções de chefia, a quem a empresa integrou nos vencimentos os complementos, como fez com os quadros dos outros departamentos.

Algumas fontes dizem que, porém, este conflito vem desde que algumas dezenas de pilotos se recusaram a pagar uma quota extraordinária para ser custeado um consultor do sindicato.

O comunicado também se refere à reclamação de "envolvimento" na privatização da empresa, sem explicitar.

O SPAC diz apenas que "encontrou no Governo um interlocutor sério e interessado em viabilizar uma solução equilibrada para o envolvimento dos pilotos no processo de privatização".

Esta reivindicação prende-se com o acordo a que o SPAC chegou com o Governo da época, liderado por António Guterres, e que lhe dava direito a uma participação no Capital da TAP quando da sua privatização, por troca com o sindicato não exigir os aumentos que reivindicava e que foram "sancionados" por uma comissão arbitral.

Essa crise desenvolveu-se durante o ano de 1999 e a solução foi encontrada no quadro do processo de venda da TAP à então Swissair (que também foi o enquadramento para a vinda de Fernando Pinto para a liderança da gestão executiva da companhia), que acabou por não se concretizar porque a companhia suíça foi à falência por não ter aguentado o impacto no sector da aviação dos atentados de 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque.

In: Presstur

 
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