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No passado dia 03 de Março de 2012 realizou-se mais uma Assembleia Geral da APEA.
Desta feita o local escolhido foi o Aerodromo de Santa Cruz nas instalações do ACTV - Aero Clube de Torres Vedras.
Depois de realizada a Assembleia Geral os associados poderam fotografar as aeronaves estacionadas e as que estavam em hangares.
Seguiu-se depois um almoço convivio com a comparência de todos os Associados intervenientes na Assembleia Geral
Além das obrigações legais previstas, serviu esta jornada para, mais uma vez, reforçar os laços de amizade que unem os Associados.
Um especial e forte agradecimento ao ACTV e ao Aerodromo de Santa Cruz pela amabilidade e disponibilidade das suas instalações.
Fica aqui a foto do grupo.

APEA 05/03/2012

Image

Texto: Alberto Oliveira

Foto: André Garcês

 
 








Clientes da Lufthansa vão pagar factura do ETS através das sobretaxas de combustível. PDF Imprimir e-mail
03-Jan-2012

Image130 milhões de euros em 2012.

A Lufthansa é a primeira grande companhia aérea europeia a informar que vai repassar para os clientes o custo do sistema europeu de compensação de emissões de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, em vigor desde dia 1, adicionando-o às sobretaxas de combustível, mas sem especificar quando começará a fazê-lo. De acordo com notícias da imprensa internacional que citam uma comunicação da companhia alemã, a Lufthansa estima que este ano o custo do sistema, conhecido pela sigla ETS, do inglês para Emissions Trading Scheme, ascenderá este ano em 130 milhões de euros e acrescentam que a companhia informou também que, no entanto, o preço dos bilhetes não aumentará "no curto prazo".

"Face à intensa competição, especialmente por parte de companhias de países fora da União Europeia cuja produção está sujeita à transacção de emissões apenas numa pequena parcela, a Lufthansa terá que repassar o encargo através dos preços dos bilhetes, como sugerido pela União Europeia", diz a declaração da Lufthansa citada nessas notícias.

Ainda de acordo com essas fontes, a Lufthansa, no entanto, não vai aumentar no curto prazo as sobretaxas de combustível, que no mês passado subiram para 31 euros por percurso nas rotas de curto e médio curso e 102 a 122 por voo intercontinental.

Como em outros aspectos da aviação, espera-se que em cada País a companhia dominante defina como vai repassar o custo para os clientes, sendo então seguida pelas restantes transportadoras que operam nesse mercado.

Em Portugal, já se sabe que a TAP espera que o custo do ETS ascenda a 15 milhões de euros, número avançado pelo CEO Fernando Pinto no almoço de Natal com a imprensa, mas a companhia ainda não revelou como vai lidar com mais esse encargo.

O ETS, em vigor desde 1, prevê que qualquer companhia que aterre ou descole de um aeroporto da União Europeia terá que compensar as emissões de CO2 desses serviços.

O sistema tem sido fortemente contestado por companhias de países de fora da União Europeia, designadamente dos Estados Unidos e da China, mas a sua aplicação foi caucionada por uma decisão do Tribunal de Justiça Europeu.

Uma estimativa avançada pela IATA indica que o custo do ETS para as companhias ascende este ano a 900 milhões e euros e vai atingir os 2,8 mil milhões de euros em 2020.

A sua aplicação este ano, no entanto, está suavizada, já que a União Europeia decidiu conceder "permissões" às companhias que equivalem a 85% das emissões, embora calculando-as com base nos anos de 2004 a 2006, pelo que a expectativa é que as transportadoras tenham que comprar mais.

No caso concreto da Lufthansa, as notícias indicam que precisará de comprar 35% permissões para 35% do total de emissões estimadas para este ano.

In: Presstur

 
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